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Mulher sequestrada por facção é torturada e morta em boate

Uma mulher identificada como Ana Beatriz Silva Lopes foi encontrada morta na tarde dessa quarta-feira (04.06) dentro de uma boate em Aripuanã, a 976 km de Cuiabá. Dois homens, identificados como G. A. da S. M. e L.do A. A., ambos de 27 anos, foram presos em flagrante suspeitos de participação no crime, que teria sido praticado por integrantes de uma facção criminosa atuante na região.

De acordo com informações da Polícia Civil, as investigações começaram após denúncias de que a vítima, moradora do distrito de Conselvan, estaria sendo mantida em cárcere privado na cidade.

Por volta das 12h40, equipes iniciaram diligências para localizar Ana Beatriz. Durante as buscas, policiais militares de Conselvan informaram que a mulher teria sido levada do distrito por membros de uma organização criminosa e estaria em uma boate conhecida como Patamanauara, também chamada de Bar da Samy.

Diante das informações, policiais civis e militares realizaram uma operação conjunta para localizar a vítima e prender os responsáveis. Ao chegarem ao estabelecimento, os agentes perceberam movimentação considerada suspeita e receberam de moradores a indicação exata do local onde a mulher estaria.

Aproveitando uma porta dos fundos que estava aberta, as equipes entraram no imóvel e encontraram uma cena chocante. No chão da cozinha havia um corpo envolto em um lençol. A vítima estava caída no local e já sem sinais vitais.

Durante a ação, um dos suspeitos tentou fugir e reagiu à abordagem policial, sendo necessário o uso progressivo da força para contê-lo e efetuar a prisão. O segundo suspeito foi localizado escondido sob uma mesa de sinuca e também acabou detido.

Segundo informações preliminares levantadas pelos investigadores, os suspeitos chegaram à boate nas primeiras horas da manhã e mantiveram Ana Beatriz amarrada e sob tortura por várias horas antes da morte.

Os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Aripuanã.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do homicídio e trabalha para identificar outros possíveis envolvidos no crime. A principal linha de investigação aponta para a atuação de uma facção criminosa na execução da vítima.

Fonte: www.vgnoticias.com.br

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