Loading Now

Carne bovina de MT chega a 88 países e gera 2,4 bilhões de dólares em exportações

A carne bovina produzida em Mato Grosso chegou a 88 países no primeiro semestre de 2026 e movimentou 2,4 bilhões de dólares em exportações. O resultado mostra avanço em relação ao mesmo período do ano passado, quando os frigoríficos do estado venderam a proteína para 77 mercados e faturaram 1,47 bilhão de dólares.

Além do aumento no número de destinos e na receita, o valor médio pago pela carne mato-grossense também subiu. A tonelada foi negociada, em média, por 6,1 mil dólares neste ano, ante 5,1 mil dólares no primeiro semestre de 2025.

A expansão reforça o peso da pecuária na pauta de exportações de Mato Grosso e ocorre ao mesmo tempo em que a indústria frigorífica amplia a presença da produção estadual em mercados internacionais.

A carne bovina produzida em Mato Grosso chegou a 88 países no primeiro semestre de 2026 e movimentou 2,4 bilhões de dólares em exportações. O resultado mostra avanço em relação ao mesmo período do ano passado, quando os frigoríficos do estado venderam a proteína para 77 mercados e faturaram 1,47 bilhão de dólares.

Além do aumento no número de destinos e na receita, o valor médio pago pela carne mato-grossense também subiu. A tonelada foi negociada, em média, por 6,1 mil dólares neste ano, ante 5,1 mil dólares no primeiro semestre de 2025.

A expansão reforça o peso da pecuária na pauta de exportações de Mato Grosso e ocorre ao mesmo tempo em que a indústria frigorífica amplia a presença da produção estadual em mercados internacionais.

Grande parte da produção exportada deixa o país pelos portos de Paranaguá, no Paraná, e Santos, em São Paulo, dois dos principais corredores utilizados pelos frigoríficos mato-grossenses para acessar o mercado externo.

Mais mercados reduzem dependência

A lista de compradores vai além dos grandes consumidores. A carne produzida em Mato Grosso também chegou a países com volumes menores, como Cabo Verde, Azerbaijão, Cazaquistão, Iraque, Porto Rico, Catar, Albânia e Líbia.

Para o Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), a ampliação dos destinos reduz a dependência de poucos compradores e diminui a exposição da cadeia produtiva às oscilações de mercados específicos.

A diversificação também pode dar maior previsibilidade aos frigoríficos e pecuaristas e abrir espaço para mercados que pagam mais por determinados padrões de qualidade da carne.

Fonte: primeirapagina.com.br

Foto: Imac/Assessoria

Share this content:

Publicar comentário