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Apostas online acendem alerta para saúde mental e endividamento, aponta relatór

O Governo Federal concluiu o relatório final do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) sobre saúde mental e jogo problemático, criado em 2024 após a regulamentação das apostas esportivas e jogos online. O documento, publicado nesta segunda-feira (29.09), reúne propostas para enfrentar o avanço da compulsão, do endividamento e dos impactos sociais ligados às apostas, que passaram a operar de forma regular no Brasil em 2025.

Entre as medidas sugeridas está a criação de uma plataforma nacional de autoexclusão, que permitirá ao apostador bloquear voluntariamente o próprio acesso em todas as casas de apostas legalizadas no país. O sistema não poderá ser revertido antes do prazo definido pelo usuário.

O relatório também prevê um autoteste digital de saúde mental, anônimo e validado por especialistas, para identificar sinais de risco e orientar a busca por apoio especializado. Outro eixo central é a capacitação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, com treinamentos e protocolos para acolher casos de compulsão em jogos.

O Governo Federal concluiu o relatório final do Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) sobre saúde mental e jogo problemático, criado em 2024 após a regulamentação das apostas esportivas e jogos online. O documento, publicado nesta segunda-feira (29.09), reúne propostas para enfrentar o avanço da compulsão, do endividamento e dos impactos sociais ligados às apostas, que passaram a operar de forma regular no Brasil em 2025.

Entre as medidas sugeridas está a criação de uma plataforma nacional de autoexclusão, que permitirá ao apostador bloquear voluntariamente o próprio acesso em todas as casas de apostas legalizadas no país. O sistema não poderá ser revertido antes do prazo definido pelo usuário.

O relatório também prevê um autoteste digital de saúde mental, anônimo e validado por especialistas, para identificar sinais de risco e orientar a busca por apoio especializado. Outro eixo central é a capacitação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do SUS, com treinamentos e protocolos para acolher casos de compulsão em jogos.

Para garantir o acompanhamento, está prevista a criação de um Comitê Permanente, reunindo ministérios, reguladores e representantes da sociedade civil, responsável por monitorar os impactos e avaliar a efetividade das políticas implementadas.

Fonte: www.vgnoticias.com.br

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