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IFMT afasta professor acusado de assediar aluna de 15 anos

O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) afastou um professor após a denúncia de assédio sexual contra uma estudante de 15 anos no campus São Vicente, em Campo Verde (a 136 km de Cuiabá), registrada na manhã de terça-feira (2). A instituição informou que foi responsável por formalizar a denúncia junto à Polícia Civil e que instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar a conduta do servidor.

De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência foi registrada por volta das 10h50 em um prédio público da instituição. O professor de química, de 43 anos, foi detido em flagrante após suspeita de assediar a adolescente.

O homem foi conduzido à delegacia, ouvido pelo delegado plantonista e autuado pelos crimes de importunação sexual, assédio sexual com vítima menor de idade, satisfação de lascívia mediante presença de criança ou adolescente, além de aliciamento e constrangimento de menor.

Em razão de se tratar de crime contra a dignidade sexual envolvendo uma vítima menor de idade, a corporação não forneceu mais detalhes sobre a ocorrência.

Veja a nota na íntegra

“Acerca dos fatos ocorridos no campus São Vicente nesta terça-feira (02/09), o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) esclarece que acompanha o ocorrido e foi o responsável pela formalização da denúncia junto à Política Civil. Além disso, a instituição conduz um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apuração de condutas do servidor em questão, junto à Corregedoria.

Reafirmando seu compromisso com a legalidade e a transparência, o IFMT determinou o afastamento imediato do servidor e seguirá aplicando as medidas cabíveis, conforme prevê a legislação. A instituição reforça que atua de forma proativa e rigorosa na apuração de irregularidades, garantindo a responsabilização adequada e a integridade do serviço público. O IFMT ressalta que qualquer denúncia ou informações de má conduta ou irregularidades dentro da Instituição devem ser encaminhadas para a Ouvidoria por meio do Fala.br.”

Fonte: www.midiajur.com.br

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